(Foto: Reprodução) Adolescente de 13 anos morre por H1N1 em Sorocaba
Um adolescente de 13 anos morreu em decorrência do vírus H1N1 em Sorocaba (SP). A morte ocorreu no dia 6 de abril, mas foi confirmada pela prefeitura ao g1 nesta segunda-feira (13). Esta é a quinta morte causada pelo vírus Influenza registrada no município em 2026.
A Secretaria da Saúde informou que a morte foi causada pelo vírus Influenza do tipo A. Desde o início do ano, a cidade já registrou 28 casos da doença.
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Cidade está com campanha de vacinação ativa com doses trivalentes disponíveis em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS)
Prefeitura de Sorocaba/Divulgação
Em março, uma jovem de 20 anos, Laura Gargaro, também morreu em Sorocaba por complicações da gripe.
Em março também era apenas uma morte confirmada —a de Laura. Em 14 dias, o número de mortes quadruplicou e os casos dobraram.
A cidade está com campanha de vacinação ativa com doses trivalentes disponíveis em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Porém, até esta segunda-feira (13), o imunizante era aplicado com prioridade em grupos de risco como idosos, crianças de até 6 anos e gestantes.
Jovem de 20 anos morre por influenza em Sorocaba
Reprodução/Redes Sociais
O que é a influenza?
A influenza é uma infecção respiratória causada por vírus da família Orthomyxoviridae, principalmente os tipos A e B, responsáveis pelos quadros em humanos.
Na prática, é o que se convencionou chamar de gripe —diferente do resfriado comum, provocado por outros vírus respiratórios, como rinovírus e adenovírus.
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Qual a diferença entre gripe e resfriado?
Embora possam começar de forma parecida, gripe e resfriado não têm o mesmo impacto no organismo. A influenza costuma provocar febre mais alta, dor no corpo, cansaço intenso e uma queda mais evidente do estado geral.
Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Flávia Bravo, esse comprometimento sistêmico mais marcado é o que diferencia a gripe das infecções respiratórias leves, geralmente associadas a outros vírus.
Nos quadros iniciais, a distinção nem sempre é clara, mas a evolução dos sintomas, sobretudo a piora progressiva, é o principal sinal de alerta.
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